Caminhar para o Sucesso
passa inevitavelmente pelo auto-descobrimento de cada indivíduo.
passa inevitavelmente pelo auto-descobrimento de cada indivíduo.
A auto-análise apenas cada um a pode fazer, trata-se de um processo introspectivo ou de auto-observação.
Necessita do silêncio interior e de um lugar à parte e dum olhar para dentro de si mesmo. Trata-se de um acto de coragem ver-se tal como realmente se
é.
Para procedermos com o nosso auto-descobrimento, na procura de melhor conhecermo-nos e melhorarmos o nossa auto-estima e conceito que fazemos de nós mesmos (auto-conceito ou conceito de Si) temos como possibilidade de começar a intervir na nossa mudança começando por traçar vários perfis e percebermos em qual deles nos situamos melhor.
Meditemos sobre o assunto e decidamo-nos por corajosamente auto-avaliarmo-nos, melhor nos conhecermos e vencendo o medo e as crenças e atitudes menos positivas, encetarmos um glorioso caminho rumo ao futuro. Estamos fadados para a felicidade e o sucesso.
Meditemos sobre o assunto e decidamo-nos por corajosamente auto-avaliarmo-nos, melhor nos conhecermos e vencendo o medo e as crenças e atitudes menos positivas, encetarmos um glorioso caminho rumo ao futuro. Estamos fadados para a felicidade e o sucesso.
Adoniram Nascimento no seu Ensaio Prático sobre o Autoconhecimento sugere o seguinte método:
Comecemos por atribuir a nós mesmos valores referentes a determinadas características dentro de cada aspecto mencionado e criar através destas referências um gráfico ou uma curva que demonstre cada aspecto analisado. Estes valores podem ser: positivos, negativos, estacionários, bom, regular, ruim, ou quaisquer outros que possam definir uma curva.
As
características escolhidas, dentro de cada aspecto, para sofrerem um
processo de análise, podem nascer de nossa própria reflexão, como um
questionamento a nós mesmos e às nossas atitudes e
pensamentos.
Estas
características podem fazer parte de três grupos
principais:
Grupo I
- as que
gerem o nosso campo íntimo
Exemplos:
- Ideal ativo - motivação - realização.
- Determinação
- Confiança em si
- Conhecimento
- Persistência
- Capacidade de liderança - orientação
Grupo
II - as que
gerenciam nossas relações com o outro (como está sendo minha relação com o
próximo? Poderemos a partir disto tirar várias questões).
Exemplos:
- Promover a União
- Confiança nos companheiros
- Tolerância
- Amar as pessoas
- Respeito - compreensão
- Valorização do trabalho coletivo
Grupo
III - as que
determinam nossa coerência em relação ao pensar e agir. (Sou coerente entre
aquilo que penso, acredito, apregoo e as minhas atitudes
concretas?).
Exemplos:
- Força interior inabalável (Fé raciocinada)
- Forte e clara ligação com as boas Ideias e Boas vibrações ambientais
- Humildade nas atitudes
- Positividade
- Certeza de que a ação é a solução
- Fidelidade
Estas
características não têm nada de absoluto, poderemos encontrar outras que
completem ou definam melhor cada grupo.
A mim afigura-se-me ser este, um trabalho individual necessário, que não acontece apenas aos indivíduos que procuram a sua auto-actualização e ou a ultrapassagem dos si enquanto indíviduos que falham e que forçosamente estão fadados para a felicidade e o sucesso nas suas realizações pessoais e coletivas, vencendo as suas atitudes e crenças menos positivas, passando a pensar de forma mais adaptada e correta e a melhor agir para consigo mesmo e para com os outros.
Senão vejamos o que nos diz um psicanalista, escritor e comunicador espiritista:
"Todo o
esforço individual no sentido de melhorar nesta vida e resistir ao
arrebatamento do mal só pode ser realizado conscientemente, por disposição
própria, distinguindo-se claramente os impulso íntimos e optando-se por
disposições que nos levam às mudanças de comportamento. Desse modo,
"conhecer-se a si mesmo" é a condição indispensável para nos levar a
assumir deliberadamente o combate à predominância da natureza corpórea.
E por
quais razões o conhecimento próprio é o meio prático mais eficaz? Na Grécia,
400 anos antes de Cristo, Sócrates já assim ensinava. Essa sabedoria milenar
ainda hoje é sobretudo evidente, e constitui o meio para evoluirmos. Não é
compreensível que ao nos conhecermos estaremos a um passo de melhorar? Não se
torna mais fácil, sabendo os perigos a que estamos sujeitos, afastarmo-nos
deles e evitá-los? (Peres, N P, 1998)"
Bibliografia:
Peres, N P (1984). Manual Prático do Espírita. Guia para a realização e auto-aprimorammento com base na doutrina dos espíritos. 1ª Edição, Editora Pensamento. São Paulo, SP
Nascimento, A. (1997). Ensaio Prático sobre o Autoconhecimento. Revista Internacional de
Espiritismo, Janeiro/97. Jornal Mundo Espírita de Junho/97. BR



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