sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Sucesso pessoal necessita auto-conhecimento!

Caminhar para o Sucesso 
passa inevitavelmente pelo auto-descobrimento de cada indivíduo. 




A  auto-análise apenas cada um a pode fazer, trata-se de um processo introspectivo ou de auto-observação. 
Necessita do silêncio interior e de um lugar à parte e dum olhar para dentro de si mesmo. Trata-se de um acto de coragem ver-se tal como realmente se  é.   

Para procedermos com o nosso auto-descobrimento, na procura de  melhor conhecermo-nos e  melhorarmos o nossa auto-estima e conceito que fazemos de nós mesmos (auto-conceito ou conceito de Si) temos como possibilidade de começar a intervir na nossa mudança começando por traçar vários perfis e percebermos em qual deles nos situamos melhor.

Meditemos sobre o assunto e decidamo-nos  por corajosamente auto-avaliarmo-nos, melhor nos conhecermos e vencendo o medo e as crenças e atitudes menos positivas, encetarmos um glorioso caminho rumo ao futuro. Estamos fadados para a felicidade e o sucesso.



Adoniram Nascimento no seu Ensaio Prático sobre o Autoconhecimento  sugere o seguinte método:  

Comecemos por atribuir a nós mesmos valores referentes a determinadas características dentro de cada aspecto mencionado e criar através destas referências um gráfico ou uma curva que demonstre cada aspecto analisado. Estes valores podem ser: positivos, negativos, estacionários, bom, regular, ruim, ou quaisquer outros que possam definir uma curva.


As características escolhidas, dentro de cada aspecto, para sofrerem um processo de análise, podem nascer de nossa própria reflexão, como um questionamento a nós mesmos e às nossas atitudes e pensamentos.

Estas características podem fazer parte de três grupos principais:

Grupo I - as que gerem o nosso campo íntimo

Exemplos:

  • Ideal ativo - motivação - realização.
  • Determinação
  • Confiança em si
  • Conhecimento
  • Persistência
  • Capacidade de liderança - orientação
Grupo II - as que gerenciam nossas relações com o outro (como está sendo minha relação com o próximo? Poderemos a partir disto tirar várias questões).
Exemplos:

  • Promover a União
  • Confiança nos companheiros
  • Tolerância
  • Amar as pessoas
  • Respeito - compreensão
  • Valorização do trabalho coletivo
Grupo III - as que determinam nossa coerência em relação ao pensar e agir. (Sou coerente entre aquilo que penso, acredito, apregoo e as minhas atitudes concretas?).

Exemplos:

  • Força interior inabalável (Fé raciocinada)
  • Forte e clara ligação com as boas Ideias e Boas vibrações ambientais
  • Humildade nas atitudes
  • Positividade
  • Certeza de que a ação é a solução
  • Fidelidade 

Estas características não têm nada de absoluto, poderemos encontrar outras que completem ou definam melhor cada grupo.

A mim afigura-se-me ser  este, um trabalho individual necessário, que não acontece apenas aos indivíduos que procuram a sua auto-actualização e ou a ultrapassagem dos si enquanto indíviduos que falham e que forçosamente estão fadados para a felicidade e o sucesso nas suas realizações pessoais e coletivas, vencendo as suas atitudes e crenças menos positivas, passando a pensar de forma mais adaptada e correta e a melhor agir para consigo mesmo e para com os outros.

Senão vejamos o que nos diz um psicanalista, escritor e comunicador espiritista:


"Todo o esforço individual no sentido de melhorar nesta vida e resistir ao arrebatamento do mal só pode ser realizado conscientemente, por disposição própria, distinguindo-se claramente os impulso íntimos e optando-se por disposições que nos levam às mudanças de comportamento. Desse modo, "conhecer-se a si mesmo" é a condição indispensável para nos levar a assumir deliberadamente o combate à predominância da natureza corpórea.

 E por quais razões o conhecimento próprio é o meio prático mais eficaz? Na Grécia, 400 anos antes de Cristo, Sócrates já assim ensinava. Essa sabedoria milenar ainda hoje é sobretudo evidente, e constitui o meio para evoluirmos. Não é compreensível que ao nos conhecermos estaremos a um passo de melhorar? Não se torna mais fácil, sabendo os perigos a que estamos sujeitos, afastarmo-nos deles e evitá-los? (Peres, N P, 1998)"

Bibliografia: 
Peres, N P (1984). Manual Prático do Espírita. Guia para a realização e auto-aprimorammento com base na doutrina dos espíritos. 1ª Edição, Editora Pensamento. São Paulo, SP

Nascimento, A. (1997). Ensaio Prático sobre o Autoconhecimento. Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro/97. Jornal Mundo Espírita de Junho/97. BR




Sem comentários:

Enviar um comentário