sábado, 21 de julho de 2012

O dinheiro não é tudo, mas ajuda alguma coisa.
















 O dinheiro pode comprar o prazer .......mas não o amor


 Pode-se comprar um espectáculo .........mas não a alegria


 Pode-se comprar um escravo .............mas não um amigo


 Pode-se comprar uma mulher .............mas não uma esposa


 Pode-se comprar uma casa ...............mas não um ambiente familiar


 Pode-se comprar alimentos ..............mas não o apetite


 Pode-se comprar medicamentos  ..........mas não a saúde


 Pode-se comprar diplomas ...............mas não a cultura


 Pode-se comprar livros .................mas não a inteligência


 Pode-se comprar  tranquilizantes .......mas não a paz


 Pode-se comprar a indulgência  .........mas não o perdão


 Pode-se comprar a terra ................mas não o céu


 "Não deve deplorar o que não pode reparar" - Samuel Johnson

O Dinheiro


De fato, o dinheiro constitui pesada responsabilidade para o seu possuidor.
Não compra a felicidade e muitas vezes torna-se responsável por incontáveis desditas.
Apesar disso, a sua ausência quase sempre se transforma em fator de desequilíbrio e miséria com que se atormentam multidões em desvario.

O dinheiro, em si mesmo, não tem culpa: não é bom nem mau.

A aplicação que se lhe dá, torna-o agente do progresso social, do desenvolvimento técnico, do conforto físico e, às vezes, moral, ou causa de inomináveis desgraças.

Sua validade decorre do uso que lhe é destinado.

Com ele se adquire o pão, o leite, o medicamento, dignificando o homem pelo trabalho.
Sua correta aplicação impõe responsabilidade e discernimento, tornando-se fator decisivo na edificação dos alicerces das nações e estabilizando o intercâmbio salutar entre os povos.
Através dele irrompem o vício e a corrupção, que arrojam criaturas levianas em fundos despenhadeiros de loucura e criminalidade.
Para consegui-lo, empenham-se os valores da inteligência, em esforços exaustivos, por meio dos quais são fomentados a indústria, o comércio, as realizações de alto porte, as ciências, as artes, os conhecimentos.
No sub-mundo das paixões, simultaneamente, dele se utilizando, a astúcia e a indignidade favorecem os disparates da emoção, aliciando as ambições desregradas para o consórcio da anarquia com o prazer.
Por seu intermédio, uns são erguidos aos píncaros da paz, da glória humana, enquanto outros são arrojados às furnas pestilentas do pavor e da desagregação moral em que sucumbem.


Sua presença ou sua ausência é relevante para a quase totalidade dos homens terrenos.
Para o intercâmbio, no movimento das trocas de produtos e valores, o dinheiro desempenha papel preponderante.
Graças a ele estabelecem-se acordos de paz e por sua posse explodem guerras calamitosas.

Usa-o sem escravizar-te.
Possui-o sem deixar-te por ele possuir.
Domina-o antes que te domine.
Dirige-o com elevação, a fim de que não sejas mal conduzido.
Mediante sua posse, faze-te pródigo, sem te tornares perdulário.
Cuida de não submeter tua vida, teus conceitos, tuas considerações e amizades ao talante do seu condicionamento.
Previdente, multiplica-o a benefício de todos, sem a avareza que alucina ou a ambição que tresvaria.
De como te servires do dinheiro, construirás o céu da alegria ou o inferno de mil tormentos para ti mesmo.

Se te escasseia nas mãos a moeda, não te suponhas vencido.

Ter ou deixar de ter, importa pouco, na economia moral da tua existência.

O importante será a posição que assumas em relação a posse.

Não te desesperes pela ausência do dinheiro.

Como há aqueles que se fizeram servos do que têm,  há também, os escravizados ao que gostariam de ter.

O dinheiro é meio, não meta.

Imprescindível colocar-te jubilosamente na situação que a vida te brindou, padronizando as diretrizes e os desejos pessoais dentro dos limites transitórios da experiência educativa por que passas, conseqüência natural do mau uso que fizeste do dinheiro que um dia possuíste.
Por outros recursos poderás ajudar o próximo e erigir a felicidade pessoal, conforme as luminosas lições com que o evangelho te pode enriquecer a vida.

Essencial é viver bem e em paz com ou sem o dinheiro.

Fonte: FRANCO, D. P. (1976). Leis Morais da Vida por  Joanna de Ângelis. LEAL Ed.. Salvador, BA

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Racionalização, mecanismo de evasão do ego


A Racionalização

Existe em nós uma luta constante para dar sentido ao nosso próprio mundo de experiências, uma procura de explicações para nossos fenómenos internos, nossos comportamentos e sentimentos. Para satisfazer essa busca, evitando a angústia e mantendo o autorrespeito, criamos “explicações” altamente racionais para fatores emocionais e motivacionais, para justificar nosso eu (ego); buscamos “boas razões”, ainda que falsas, para nossas atitudes e fracassos.

Tal acomodação ao conflito é o que chamamos de racionalização. São exemplos de racionalização: um rapaz que viaja de graça num autocarro e procura várias justificativas para seu ato como “a passagem é muito cara”, “a empresa já tem muito dinheiro”, “eu pago passagem todo dia, um dia a menos não vai fazer diferença”, “o autocarro está superlotado, não vou passar pela borboleta, vou ficar aqui mesmo”; outro exemplo seria um aluno que, não conseguindo responder a uma questão, diz “isso não é interessante de saber mesmo”, “não respondi porque não tive tempo de estudar, pois lá em casa fazem muito barulho”; outro exemplo ainda é alguém que não consegue algo que deseja e logo se justifica dizendo que, na verdade, não queria aquilo; ou um rapaz que foi dispensado por uma garota, da qual estava a fim, logo diz “ela nem era tão boa assim, era até feia, não sei como fui gostar dela”.

A racionalização sobre algum fato não é apenas uma simples “explicação”, ela envolve um conjunto complexo de “explicações”, evitando assim ataques, ou seja, se uma for destruída haverá outra para substitui-la. O que difere a racionalização da dissimulação é o fato de que tais “explicações” não são simples mentiras, geralmente não estamos em boas condições e nem temos a intenção de enganar, simplesmente não estamos conscientes das deformações em nosso pensamento. Ela também pode ser confundida com a razão, apesar de não existir uma linha muito clara que diferencie as duas, e de que a razão também pode ser influenciada por fatores emocionais e motivacionais, na racionalização há uma nítida preocupação em justificar a si mesmo; consequentemente tomamos uma atitude agressiva contra os contestadores de tais “explicações”, uma vez que são as defesas de nosso ego.

Wikipedia 


A Racionalização é o mecanismo de evasão de maior gravidade do ego

A racionalização é o mecanismo de fuga de maior gravidade do ego,  por buscar justificar o erro mediante aparentes motivos justos, que degeneram o senso crítico, de integridade moral, assumindo posturas equivocadas e perniciosas.  Sempre há uma razão pra creditar-se favoravelmente os atos, mesmo os mais irrefletidos e graves, através das razões apresentadas, que não são legítimas. Essa dicotomia – o que se justifica e o que se é – torna-se um mecanismo perturbador, por negar-se o real a favor do que se imagina.
As razões legítimas dos hábitos e condutas são mascaradas por alegações falsas. Por não admitir o que prefere fazer ou ser, e se tem em conta de que é errado, assume-se a máscara egóicas da racionalização.

Porém, existem recursos contra o mecanismo de racionalização. 

Somente uma vontade severa e nobre, exercendo sua força sobre os mecanismos de evasão, para preservar o equilíbrio entre a razão e o intelecto com a emoção do bem e do justo, propondo o ajustamento psicológico do ser.

Franco, D. P. (2000) O ser consciente. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL,  8ª Edição. Salvador, BA

sábado, 7 de julho de 2012

Não se envergonhe de ser humilde

Não se envergonhe de ser humilde.

A humildade consiste no conhecimento perfeito daquilo que somos e que podemos, sem fantasiar-nos com qualidades que não temos.

Humildade não é posição de corpo nem tom de voz: é posição de espírito, que sabe o que é e o que pode, e não precisa manifestar-se aos outros: vale para si mesmo.
Seja, pois, humilde!

(Pastorino, Carlos Torres. Momentos de Sabedoria)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A saúde



A saúde, sob qualquer aspecto considerada: física, mental, emocional, moral, é património da vida, que constitui meta a ser conquistada pelo homem e pela mulher no processo da sua evolução.

FRANCO, Divaldo Pereira (2000). Jesus e o Evangelho: à luz da psicologia profunda. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 8ª edição, LEAL Editora. Salvador, BA)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A disciplina como a Base da Caridade


No [LM-it 324] Allan Kardec clas­sifica as reuniões mediúnicas em: frívolas, experimentais, instruti­vas. 
Alerta que as reuniões frívolas são constituídas de pessoas que se interessam, predominantemente, pelo aspecto de passatempo e diver­timento. 
As reuniões experimentais têm, por finalidade, a produção de manifestações físicas, de fenómenos ditos objectivos. 
As reuniões ins­trutivas, como o próprio nome indica, são as que ensejam orientações e experiências de crescimento intelectual e moral para as pessoas que delas participam, tanto encarnados como desencarnados.

Na actualidade, as reuniões instrutivas prevalecem no movimento espírita, conhecidas como reuniões mediúnicas.

Como todas as tarefas espíritas, as reuniões mediúnicas devem ser encaradas com muita responsabilidade e disciplina, um dos pilares fundamentais ao bom desenvolvimento.

Em todos os aspectos da vida, devemos nos lembrar que a disci­plina funciona como peça fundamental na realização de qualquer tarefa. Emmanuel afirma:

"A disciplina é a base na realização da caridade."

A reunião mediúnica é trabalho que se desenvolve entre os dois planos da vida, o espiritual e o físico, havendo, portanto, duas equi­pes interagindo para obtenção de bons resultados; ambas as equipes de­vem obedecer à disciplina.

 Fonte: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora-MG  

PS: Penso que não apenas a disciplina se deve aplicar á reunião mediúnica, mas a todas as reuniões sérias onde há espíritos (encarnados e desencarnados). 
Isto é,  em todo o lugar onde acontece um ajuntamento de pessoas com propósitos sérios centrados no bem comum. (Costa, M., 2012)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

queixa


A queixa, como ferrugem na engrenagem do psiquismo, é cruel verdugo de quem a cultiva.

Permanecendo na infância psicológica, aquele que de tudo se queixa tem a personalidade desestruturada, permanecendo sob constantes bombardeios do pessimismo, do azedume e dos raios destruidores da mente rebelde.

A queixa de que se faz portador é reação mental e emocional patológica, refletindo-lhe a insegurança e a perturbação, responsáveis pelas ocorrências negativas que procura ignorar ou escamotear.

Ocultando os conflitos perturbadores, transfere para as demais pessoas as causas dos seus insucessos, sem conseguir enuncia-las porque destituídas de lógica, passando as acusações para os tempos nos quais vive, as autoridades governamentais, a má sorte, os fados perversos, assim acalmando-se e tornando-se vítima, no que se compraz.

FRANCO, Divaldo Pereira (2000). O ser consciente. Pelo Espírito Joanna de Ângelis.  8ª edição, LEAL Editora. Salvador, BA

domingo, 1 de julho de 2012

Ideias macacas!

Um comercial furou um pneu no meio de um pinhal. Abre o porta-bagagens e procura o macaco. "Não tenho macaco!"

Como estava numa pequena estrada de um pinhal, no mês de Julho, ele disse lá para com ele: "Ninguém vai passar  por aqui."

Olhou para os arredores e viu ao longe o telhado de uma  igreja. Então decidiu ir até à aldeia, que ainda era longe, para que alguém lhe emprestasse um macaco para mudar o pneu.

O caminho era longo e fazia muito calor. No meio do caminho começou a pensar: "E se eles não têm um macaco para me emprestar ?"  


Andou mais um pouco, transpirava cada vez mais e continuou a falar para ele próprio. "Eu conheço as pessoas  desta terra, elas não gostam lá muito de estrangeiros". 

Andou mais um pouco e voltou a falar: "Eles não me conhecem, não vão querer emprestar-me um macaco".
 

Continuando a andar, e imaginando cenários desagradáveis, tais como as pessoas da aldeia acharem estranho pedir emprestado um macaco. Pensou em comprá-lo, supondo ao mesmo tempo que ninguém lho venderia.

Chegado perto da aldeia, muito enervado, vai no meio da praça da aldeia e grita: "Se é assim, não preciso do vosso macaco!"


o0o

Quantas vezes imaginamos objecções que nunca  aconteceram, como medos sem fundamentos? 
E quantas vezes, não pedimos com medo de sermos rejeitados?
enviado por Fátima - Clube Positivo
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