quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

SE A TRISTEZA VIER


SE A TRISTEZA VIER

Se a tristeza vier por qualquer motivo,
faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.
Abra então a janela,
aquela que dá para o vôo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
(evite as sombras que ficaram lá pra trás).
Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito de tal jeito,
que possa ser notada do lado de fora;
acrescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada;
aumente o brilho,
com toda intensidade de que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite,
e o paraíso é você mesmo quem faz
Não se esqueça jamais disso e viva feliz!!!
 
 (Autor Desconhecido)
 

* * * * * *


"Nunca compreenderemos o quanto um simples sorriso pode fazer."

 (Madre Teresa de Calcutá)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

SEMINÁRIO INTRODUCTÓRIO Á PSICOLOGIA ANALITICA OU JUNGUIANA. LISBOA 19 DEZEMBRO


FUNDAMENTOS DA  PSICOLOGIA ANALÍTICA de C.G.JU
Sábado 19  de Dezembro 2009, Lisboa


Neste seminário confluem conteúdos que provêm principalmente das seguintes fontes: o corpo teórico desenvolvido pelo Dr. Carl Gustav Jung a partir da  sua experiência clínica e da própria confrontação pessoal com o inconsciente; a dinâmica que se estabelece espontaneamente a partir do diálogo entre as partes que integram a psique, e a relação intra-psíquica e inter-psíquica que supõe esta dinâmica no indivíduo ao longo das distintas etapas do seu desenvolvimento vital; e a relação que se estabelece entre os integrantes da relação analítica.
Os fundamentos da psicologia analítica que estudaremos incluem aspectos que, a partir do trabalho iniciado por C.G.Jung, têm sido enriquecidos pelo contributo de autores de distintas correntes da cultura e da psicologia, alguns dos quais colaboraram directamente com ele, desenvolvendo-se a psicologia analítica até a actualidade.
O programa recolhe os seguintes apartados
  • O mapa do terreno. A psique como estrutura.
  • A dinâmica. Nascimento e evolução da consciência.
  • A imagem psíquica.
  • A relação analítica. Transferência e Contratransfêrencia.
Objectivos Integrar conhecimentos sobre a psicologia analítica e adquirir a referência vivencial que as próprias ideias e reflexões, como transmissoras de imagem, podem gerar. Mostrar de forma acessível  e clara  aspectos chave que intervêm no trabalho psicoterapeutico e analítico junguiano. Leitura recomendada:  C.G.Jung.  Memórias, sonhos e reflexões. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1984. Docente: Olivia del Castillo Diretora e Analista Didata da Sociedade Espanhola de Psicologia Analítica – SEPA- IAAP. Membro da IGAP (The Independent Group of Analytical Psychologists) Membro da IAAP (International Association for Analytical Psychology) Data:  Sábado 19 de Dezembro 2009 Lugar: Rua dos Correeiros  nº205  2º andar  Lisboa (ao pé do Rossio) Preço: 75 € Horário: Manhã de 9 a 12h. Tarde: de 13 a 16h Organiza: Silvia Manteiga Telemóvel: 93 864 88 99
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

LIVRE-ARBÍTRIO E CARIDADE

Nunca será demasiado entretecer-se considerações sobre a caridade.
A caridade é sempre luz que abençoa aqueles que jornadeiam na aflição. Mesmo quando
não é vista, à semelhança dos raios solares, quando o Astro Rei está ausente, beneficia, penetrando as vidas e renovando-as.
Assim, a caridade, seja no seu aspecto material ou moral, reflete o amor de DEUS que alcança as almas, socorrendo-as.
Quando a caridade material não se faz necessária, jamais será secundária aquela de natureza moral, porquanto vital o ar, penetra e sustenta a vida.
 
São caridades morais:
    O Sorriso de afabilidade ao atormentado que perdeu a esperança;
    A palavra de estímulo quando todos os outros recursos ficaram baldos de resultados;
    O gesto de simpatia ante a circunstância aziaga e infeliz;
    A compreensão fraterna, face à ofensa e à maldade;
    A oração intercessória, em favor do adversário em sofrimento;
    O apoio emocional no momento áspero da desgraça.
    O perdão da ofensa e a dedicação ao tombado;
    A gentileza de um socorro espiritual...
 
Quem pode, por acaso, no transe da dor, dispensar qualquer uma destas concessões? Qual a pessoa que se sinta tão completa que dispense um amigo ou uma palavra de reconforto?
A caridade é luz que deve ser considerada como benção de DEUS nas estradas do mundo.
Praticá-la ou não é opção de cada indivíduo. Aquele que a utiliza, favorece o crescimento da luz que se esparze; quem se nega a realizá-la, faculta a ampliação da sombra que predomina.
O livre-arbítrio e a caridade constituem alavancas para o progresso do homem na direcção da sua meta final, que é a felicidade.
JESUS, todo amor por excelência, em instante algum deixou de esparzi-la, iluminando as vidas que, desde então, jamais perderam a directriz.
Caridade, portanto, hoje e sempre.
 
(Obra: No Rumo da Felicidade - Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis)
 
 
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O MESTRE indicou o combate constante contra o mal, contudo, aguarda a fraternidade legítima entre os homens por marco sublime do Reino Celeste.
 
 (Obra: Pão Nosso - Chico Xavier/Emmanuel)
 
Coisas do Espírito

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DA UNIVERSALIDADE A REENCARNAÇÃO

Autor: José Reis Chaves


A palavra "rencarnacion", Em francês, foi criada por Allan Kardec na segunda metade do Século XIX, e traduzida por Simultaneamente sábios da época por "rencarnation", Em Inglês, e, para o Português, reencarnação, Cujo significado etimológico em todas essas línguas é "ação de novo na carne", Isto é, o retorno do Espírito um um novo corpo.

Até então, usava-se Geralmente o termo renascimento, entre quase todos os Povos, Designar para uma idéia do que entendemos hoje por reencarnação. Mas empregavam-se também outros vocábulos para expressar esse fenômeno da busca de um novo corpo por parte do espírito desencarnado. E entre esses vocábulos destacam-se Transmigração, metempsicose, metensomatose e ressurreição. A metempsicose, mais comum entre os Hinduístas, admite que o Espírito voltar Reencarnado POSSA SER EM UM biológico de outra espécie que não humana.

METENSOMATOSE, palavra criada por ORÍGENES E PLOTINO, E QUE QUER DIZER TROCA DE CORPO, POIS QUE, NA REALIDADE, A TROCA É DO CORPO, E NÃO DO ESPÍRITO.

Já a ressurreição, palavra muito usada na Bíblia, era de sentido ambíguo para os Judeus, eles pois não sabiam direito se a ressurreição seria do espírito ou do corpo, embora prevalecesse mais o sentido da ressurreição do espírito, enquanto que o Cristianismo optou PELA Ressurreição do corpo, quando dele foi banida a Reencarnação. Assim foi que, se no Credo Católico, introduziu-a expressão "creio na ressurreição da carne", Ao invés de "creio na ressurreição do espírito", consoante o ensinamento e exegese bíblicos racionais e não dogmáticos, pois da Bíblia, no seu Novo Testamento, consta Claramente que a ressurreição é do espírito.

Exemplifiquemos o que estamos dizendo com uma frase de São Paulo: "Há dois corpos, um outro espiritual e natural, e Ressuscita o corpo espiritual" (1 Coríntios 15: 44).

Assim, quem crê na reencarnação, não nega a ressurreição, como o afirmam, freqüentemente, alguns anti-reencarnacionistas. Pelo contrário, estes até acreditam em mais de uma ressurreição, ou seja, uma ressurreição do espírito não mundo espiritual, após a morte do seu corpo, a ressurreição do espírito na sua nova reencarnação, num novo corpo que nasce, ea ressurreição definitiva do espírito Nenhuma mundo espiritual, quando de sua libertação da matéria carnal No nosso Planeta Terra. Um espírito nessas Condições somente volta a reencarnar ou ressuscitar num novo corpo aqui na Terra, se ele por vontade própria o quiser, para, por exemplo, Cumprir uma missão especial a bem da Humanidade.

E quem Criou uma frase "creio na ressurreição da carne" foi o reencarnacionista Santo Atanásio, o qual faz parte do retocado Credo de sua autoria rezado nas missas, não sendo ela, pois, da Bíblia. Santo Atanásio Deveria ter querido dizer, pois, "creio na ressurreição na carne", Não é "DA CARNE". E poderia também ter querido expressar o seguinte: Creio na misericórdia de Deus, para mim que fará ressuscitar uma nova carne, um novo corpo carnal, para que eu POSSA continuar a minha evolução espiritual na minha peregrinação terrena.

Jamais existiu na História da Humanidade uma crença tão poderosa como uma Doutrina da Reencarnação, que alguns pesquisadores modernos preferem chamar de Teoria da Reencarnação. Ela sempre existiu em todos os Continentes, em todas as épocas e em todas as religiões. No Ocidente, com o fim da repressão inquisitorial, ela ressurgiu a todo vapor, após ter Sido perseguida pela Igreja durante cerca de mil anos. E isso se deu com o surgimento do chamado Neo-Espiritualismo, um movimento de novas idéias espiritualistas independentes, do qual merece destaque o surgimento do Espiritismo e da Sociedade Teosófica, bem como o renascimento da Maçonaria e dos Templários, fatos estes todos acontecidos no Século XIX, o das "Luzes Século". E foram esses movimentos filosófico-religiosos que fizeram frente ao materialismo representado pelo Positivismo, O DARWINISMO eo marxismo, entre outros, pois a Igreja, com uma sua Filosofia e Teologia, via-se impotente para tal. Aliás, os ensinamentos dogmáticos dela Estavam mais criando ateus do que adeptos para ela.

E a Igreja ReoRGaNiZaR procurou-se. Mas Não Pode Conter as novas idéias racionais que passaram uma Meios conquistar os católicos, merecendo destaque entre elas a da Reencarnação, que, em algumas partes do Ocidente, principalmente no hum, Brasil ter uma chega de Adesão dos cerca de 70% católicos. No Oriente, como se sabe, essa cifra alcança praticamente 100% da população.

E, na atualidade, a Teoria da Reencarnação vem tendão o respaldo de renomados cientistas de vários segmentos da Ciência, como da Psiquiatria, Neurologia, Psicologia, Genética e Física Quântica.

A "Word Christian Enciclopédia" da Igreja Anglicana da Inglaterra, editada pela Universidade de Oxford (Time-Life n º 18), diz o seguinte: "500 pesquisadores e 121 consultores, depois de visitarem 212 Países, em 100 Relatórios Concluíram que, no ano de 2000, a população da Terra alcançaria 6.260.000.000 de habitantes, e que 2 / 3 dessa população, isto é, cerca de 4.000.000.000 de pessoas, seriam reencarnacionistas ".

Esses dados são contundentes e, por si sós, bastam para nos mostrarem, com uma clareza meridiana, o caráter da universalidade da Teoria da Reencarnação. Só não vê quem não quer ver! E esse é o pior cego, segundo o Mestre da Galiléia.

José Reis Chaves (Belo Horizonte, MG), escritor, palestrante, radialista, PARAPSICOLOGO, TEÓSOFO, BIBLISTA, EX-seminarista Redentorista E PROFESSOR DE PORTUGUÊS E LITERATURA, FORMADO NA PUC-MINAS.

Telefax: (31) 3373-6870
E - mail:
escritorchaves@ig.com.br

Bibliografia:
"A Reencarnação Segundo uma Bíblia e uma Ciência"
, José Reis Chaves, Editora Martin Claret, São Paulo, SP, 2000.
"A Face Oculta das Religiões", José Reis Chaves, Editora Martin Claret, São Paulo, SP, 2000.


AUTOR dos livros, entre outros, "A Reencarnação Segundo uma Bíblia e uma Ciência" (ADOTADO PARA TRABALHO PELA PUC-RS), "A Face Oculta das Religiões" (ADOTADO PELA USP) e "Quando Chega a Verdade", Editora Martin Claret, São Paulo, SP.

Com esta mensagem eletrônica seguem muitas vibrações de paz e amor para Você----http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

BASES PARA A REFORMA SOCIAL



Vivemos a era do desenvolvimento científico e dos avanços tecnológicos.


No entanto, embora uma satisfação eo conforto para que os avanços proporcionam uma vida material, não conseguem preencher o vazio da alma.

O homem aspira qualquer coisa de superior, sonha com melhores instituições, Deseja uma vida, uma felicidade, uma igualdade, uma justiça para todos.

Mas, como Atingir tudo isso com os vícios da sociedade e, sobretudo, com o egoísmo imperando?

O homem sente a Necessidade do bem para ser feliz e compreende que só pode dar o bem lhe a felicidade pela qual aspira.

Mas, como isso ocorrerá?

Ora, se o reino do bem é Incompatível com o egoísmo, é preciso que o egoísmo seja destruído.

Mas, o que pode destruí-lo? A predominância do sentimento do amor, que leva os homens a se tratarem como irmãos e não como inimigos.

A caridade é a base, a pedra angular de todo Edifício social. Sem ela o homem construirá sobre a areia.

Assim sendo, se faz urgente que os Esforços e, sobretudo os exemplos de todos os homens de bem, a difundam.

Mas como exemplificar o bem num meio corrompido pela maldade, a violência, a corrupção?

Está nos desígnios de Deus que, por seus excessos Próprios, como más paixões se destruam. O excesso de um mal é sempre o sinal de que chega ao seu fim.

No entanto, sem a caridade o homem constrói sobre a areia. Um exemplo torna isso compreensível.

Alguns homens bem intencionados, tocados pelos sofrimentos de uma parte de seus semelhantes, supuseram encontrar o remédio para o mal em Certas doutrinas de reforma social.

Vida comunitária, por ser um menos custosa; comunidade de bens para que todos tenham a sua parte, nada de riquezas, mas, também, nada de miséria.

Tudo isso é muito sedutor para aquele que, não tendão nada, vê, antecipadamente, uma bolsa do Rico passar ao fundo Cogitar sem Comunitário que uma Totalidade das riquezas, postas em comum, criaria uma miséria geral ao invés de uma miséria parcial.

Que a Igualdade Estabelecida hoje, seria rompida amanhã pela mobilidade da população ea diferença entre aptidões.

Que a Igualdade permanente de bens supõe um Igualdade de capacidades e de trabalho. Mas a questão não é examinar o lado positivo desses sistemas eo negativo.

O fato é que os autores, fundadores ou promotores de todos esses sistemas, sem exceção, não visaram senão a organização material da vida de uma maneira proveitosa a todos.

A Finalidade é louvável, indiscutivelmente. Resta saber se, nesse Edifício, não falta que uma base, ela só, poderia Consolida-lo, admitindo-se que fosse Praticável.

A vida comunitária é a abnegação mais completa da personalidade.

Ora, o móvel da abnegação e do devotamento é a caridade, isto é, o amor ao próximo.

Um sistema que, por sua natureza, Requer para sua estabilidade virtudes morais no mais supremo grau, haveria que ter seu ponto de partida no elemento espiritual.

Pois muito bem, ele não o leva absolutamente em conta, já que o lado material é a sua Finalidade exclusiva.

Isso quer dizer que são enfeitadas com o nome da fraternidade, mas a fraternidade, assim como a caridade, não se impõe nem se decreta, é algo que existe no coração e não será um sistema que fará nascer um.

Ao mesmo tempo em Ocorre que isto, o defeito antagônico à fraternidade arruinará o sistema eo fará cair na anarquia, já que cada pessoa quererá tirar para si a melhor parte.

A experiência está aí, diante de nossos olhos, para provar que eles não extinguem nem as Ambições nem a cobiça.

Os homens pueden fundar colônias sob o regime da Fraternidade tentando fugir ao egoísmo que os esmaga, mas o egoísmo seguirá com eles como vermes roedores.

E lá, onde se acham, haverá exploradores e estupros, se lhes falta uma caridade.

Por todas essas razões é que nunca haverá reforma social que se sustente em sistemas que não levem em conta o elemento espiritual.

É incontestável que antes de fazer uma coisa para os homens, é preciso formar os homens para uma coisa, Obreiros como se formam, antes de lhes confiar um trabalho.

Pensemos nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita com base em discurso pronunciado nas Reuniões Gerais dos Espíritas de Lyon e Bordeaux, do livro Viagem Espírita em 1862, Ed. O Clarim, 2. ed., pp.80-84. «http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1288&let=B&stat=0»

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A Alma dos Diferentes



Ah, o diferente, esse ser especial! Diferente não é quem pretenda ser.

Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros.

Que riem de inveja de Serem assim não.

E de medo de não aguentar, caso um dia venham a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos Sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, Adiadas; Esperanças, mortas.

Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não Vingou.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.

Os diferentes Raivosos acabam sozinhos razão tendo, contra o mundo inteiro.

Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride.

Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no Complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - Alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual, a inveja do comum, o ódio do mediano.

O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais, de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos, por omissão, se desemprego para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em: "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em: "Você não está vendo como todo mundo faz?"

O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações Os Quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno, agridem e gargalham. É o que engorda um pouco mais, chora onde outros xingam; estuda onde emburram outros. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.

Diferente é o que fica doendo onde impera uma alegria. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não DEVE. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor sem meio da guerra. Deixa o adversário fazer o golo, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.

Ele aprendeu a superar riso deboche,,, Escárnio e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, Paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, Narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba.

Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes eles que guardam para os pouco os Capazes de entender e sentir. Nossas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são Capazes.

Não mexa com o amor diferente de um. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois.


Autor: Artur da Távola

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Espírito - etimologia



A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "alma", "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma PIE *(s)peis- (“soprar”). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego "pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo anima, traduzido por "psykhē".


A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaico-cristã (ex. Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração.)

A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, um metafísico e outro metafórico.