
«É o simples prazer de adquirir conhecimento e ter mais interacções com novas pessoas que me levou de volta à "escola". Sim, foi para melhor conhecer-me que o fiz. Encaro o estudo como algo amoroso e não
sofrido que me ensina… mas é o viver no quotidiano que mais nos ensina, seja ele a trabalhar ou meramente a "viver". O trabalho
pago e remunerado ou mal pago, como agora se usa ou o do lazer dão-nos experiências tão valiosas uma quanto a outra. Apenas experiências, já que me sinto mais livre no lazer e mesmo na pobreza de minha mísera reforma
do que me forçar a estar mal integrado, a executar a mando de políticos analfabrutos e deseducados como cidadãos que presam a igualdade e a inclusão ou, outros quaisquer que alimentem alguma expectativa positiva ou negativa sobre mim, o meu ser, o meu pensar e o meu agir, de mim podem
esperar… não tenho expectativas… já não as tenho já não sou daqueles que se
espantam muito quando empatizam connosco porque há afinidades de atitude em relação a alguns pontos do novo parceiro que
encontrarmos e com quem vamos trabalhar ou, do fortuito amigo que conheceram no
café… o que se passa é que a sua paixão e a falsa amizade são as emoções do momento... a alguns é como o surgir na sua vida daquela alma alma gémea do
agora é que vai ser… vou ter um sucesso grandioso nesta parceria, isto é o casamento
perfeito… ai que nunca nos tínhamos encontrado e aprece que já nos conhecemos de
longe de outra vida… nada disso tão linear talvez isso seja tudo verdade se
conheça de outra vida e sejamos afins em muitos aspectos… e então os outros que
só se conhecem quando se come um kilo de sal com a pessoa, onde ficam esses… a
fascinação é fácil quando se encontra o bem comum de uma teoria ou duma
qualquer actividade mas somos todos humanos vimos de longe com nossas únicas mazelas
e ninguém sente e pensa exactamente da mesma maneira daí que, mais tarde venha
sempre o desencanto e se não tivermos tento na língua quando a fascinação acaba
acabamos por ego-fascinadamente nos arrependermos e partirmos os telhados todos
do vizinho com as pedradas de “aquele gajo afinal é um filho da mãe”, pois
afinal a parte dele que não era visível ao nosso querer e, que nos enviesou ao perspectiva
de ver, era de dum interesseiro vaidoso e egocentrista. .. afinal havia a outra
parte do iceberg que não era visível… »

«Na minha proveta idade de quase 60 já não alimento
expectativas… Cada vez mais, tento ser consciente
de mim mesmo, das minhas possibilidades e das dos outros e, cada vez mais, sou
levado a me conduzir pelo principio do
prazer (às vezes desprazer) de viver com mais em bem-estar e satisfação, já que
a felicidade não é deste mundo e ninguém é como se te apresente ou com o tua
vês a pessoa… todos usamos de máscaras
as da personalidade e as do nosso pensamento embotado eplo muito querer ver o outro como bom e afim com a parte boa de nós que também lhe damos a conhecer…
O melhor mesmo é não pre-julgar
e não esperar nada… deixar a vida acontecer…
Dá para que eu conclua que não há alma gémea, há é falsa expectativa e prejulgamento»
(Guerreiro da Luz
4 de Outubro, Dia Mundial de Todos os Animais
Dia de Eleições para a AR