quarta-feira, 4 de novembro de 2015

OS DOZE SENTIDOS

12 sentidos2
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“A nossa experiência no mundo depende fundamentalmente da nossa percepção. A percepção é um processo cognitivo, uma forma de conhecer o mundo. Embora todos os processos cognitivos estejam interconectados, a percepção é o ponto em que cognição e realidade encontram-se e, talvez, a atividade cognitiva mais básica da qual surgem todas as outras. Precisamos levar informações para a mente antes que possamos fazer alguma coisa com elas. A percepção é um processo complexo que depende tanto do meio ambiente como da pessoa que o percebe, e a essência desse processo é a experiência sensorial, a vivência da realidade por meio do Mundo dos Sentidos.
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Os Sentidos Básicos (internos) – Volitivos
O Sentido do Tato – o sentido do tato dá-nos a noção de nós próprios, contrariamente ao que possamos pensar o tato não nos informa sobre o mundo mas apenas sobre os nossos limites até onde sou EU.  Segundo Rudolf Steiner o sentido do TATO permite-nos a sensação da presença Divina.
O Sentido da Vida – dá-nos a sensação de estarmos no corpo, fazemos parte dele, recebemos informação sobre o estado do corpo – bem estar, mal estar através do sistema nervoso simpático e parassimpático recebemos a sensação do estado atual do nosso corpo. Com o sentido do tato sentimos as fronteiras do nosso corpo físico, o sentido da vida informa-nos sobre o estado dos processos metabólicos que formam nosso corpo vivo, algo que está em constante vir a ser.
No Sentido do Movimento – temos a sensação do nosso movimento, normalmente só temos “consciência” de um movimento após o termos efetuado, na verdade o movimento baseia-se no nosso músculo que necessita contrair certas zonas e descontrair outras para que o movimento nasça , é a noção do estado da nossa musculatura que nos é transmitido pelo sentido do movimento. Como imagem; a imagem da orquestra e do que se passa entre os vários naipes e o solista. * Para Rudolf Steiner o sentido do movimento transmite-nos a sensação de liberdade – o pássaro em nós.*
O Sentido de Equilíbrio – é o sentido que tem um orgão especial que são os canais semicirculares no nosso ouvido interno , permite que ao movermo-nos de um lado para o outro não deixemos para trás o que vive no corpo. Quando me desloco carrego comigo o meu corpo – a sensação de paz interna é-me conferida pelo sentido de equilíbrio.
Os  Sentidos  Médios (exteriores) – Sentimentos
O Olfato – o cheiro é-nos veiculado pelo elemento ar, eu cheiro porque o ar carrega substâncias que atuam sobre o nariz, existem mais de 4000 odores. Por exemplo: O olfato transporta-nos para memórias de infância. O que nós pensamos o animal cheira. O cão diferencia o mundo à sua volta através do cheiro
O Gosto ou Paladar – o gosto revela-nos as características das substâncias na medida em que elas estão dissolvidas na água. Existem 4 tipos de sabores que no fundo encontramos em todas as substâncias vivas – o salgado, o amargo, o ácido e o doce, estes 4 sabores estão presentes no mundo vegetal e também no mundo dos orgãos; o amargo do fel, o doce do sangue, o ácido no estômago.
A Visão – trata-se de um sentido complexo, mas no fundo o que a visão nos permite é a percepção das cores, mas nos olhos acabamos encontrando elementos de todos os sentidos inferiores, o tato, a vida, o equilíbrio, o movimento. A visão eleva de certo modo os 4 sentidos inferiores e ao fazê-lo permite ao Eu entrar em contacto com a luz do mundo.
O Sentido Térmico – o calor é uma substância em si, através do calor mantemos em equilíbrio o nosso mundo interno e assim permitimos à nossa organização do Eu viver. O sentido calórico não nos diz nada sobre a temperatura exterior mas sim sobre o equilíbrio entre o calor interno e externo.
Os Sentidos Superiores – Cognitivos
Nos Sentidos Superiores entramos numa área especificamente humana onde todos nós encontramos, onde todos somos uma irmandade.
Como humano queremos salientar o estado evolutivo da humanidade que se destaca dos demais reinos da natureza, apesar de ser pertencente a todos eles, o mundo físico, o mundo vegetal e o mundo animal.
O sentido da Audição – pela audição percebemos que cada elemento da natureza possui o seu próprio Tom, revelando a sua íntima natureza. Um metal soa diferente de um pedaço de madeira, assim como a voz humana se diferencia do som emitido por um pássaro. Entramos em contacto com a íntima essência de cada ser.
O sentido da palavra – pela Palavra percebemos a concreta essência conceitual do pensamento humano.
O sentido do pensar – pelo sentido do pensar percebemos o pensar do outro e o nosso próprio pensar, o que nos permite sentir o Homem como um ser dotado da qualidade de formar conceitos a respeito do que no exterior vive e vivenciar os conceitos da sua própria existência.
O sentido do Eu - o sentido do Eu, nos possibilita sentir-nos unos com outro ser, passando a senti-lo como a nós mesmos. A possibilidade de nos percebermos como seres Humanos, verdadeiros, reais e espirituais, capazes de criar e de co-criar sem perder o conceito de sermos criaturas.

sábado, 17 de outubro de 2015

A melhor decisão...





Quando você sempre tem medo de tomar uma decisão errada, 
você está constantemente antecipando o fracasso.
Atrasar ou evitar uma decisão por causa dos problemas que podem ocorrer,

coloca 
você numa posição negativa.
Quando controlado pelo medo, 
você focaliza somente o lado negativo. 

quando evita tomar uma decisão, 

você se transforma em observador passivo e vítima.

Sucesso e conquistas surgem da acção
Para agir, você deve primeiro decidir-se a agir.

Não deixe que o medo de tomar a
decisão errada o obrigue a não tomar decisão alguma.

É bem provável que você não tome uma decisão perfeita.
Em vez da perfeição, 
procure tomar a melhor decisão possível, 

baseando-se na informações disponíveis no momento e 
na 
direcção que você mesmo havia pré-estabelecido.

Vamos lá! Tome a decisão. Aja. 
Se acontecer de tomar uma decisão errada, 
você tem todas as condições de entender isso

e fazer as correcções necessárias. 
Torne-se um participante 
positivamente activo 
no seu próprio futuro. 
Decida o que tem 
que ser feito - e faça-o.

(Autor desconhecido) 

domingo, 4 de outubro de 2015

não há alma gémea, há é falsa expectativa e prejulgamento

«É o simples prazer de adquirir conhecimento e ter mais interacções com novas pessoas que me levou de volta à "escola". Sim, foi para melhor conhecer-me que o fiz. Encaro o estudo como algo amoroso e não sofrido que me ensina… mas é o viver no quotidiano que mais nos ensina, seja ele a trabalhar ou meramente a "viver". O trabalho pago e remunerado ou mal pago, como agora se usa ou o do lazer dão-nos experiências tão valiosas uma quanto a outra. Apenas experiências, já que me sinto mais livre no lazer e mesmo na pobreza de minha mísera reforma do que me forçar a estar mal integrado, a executar a mando de políticos analfabrutos e deseducados como cidadãos que presam a igualdade e a inclusão ou, outros quaisquer que alimentem alguma expectativa positiva ou negativa sobre mim, o meu ser, o meu pensar e o meu agir,  de mim podem esperar… não tenho expectativas… já não as tenho já não sou daqueles que se espantam muito quando empatizam connosco porque há afinidades de atitude em relação a alguns pontos do novo parceiro que encontrarmos e com quem vamos trabalhar ou, do fortuito amigo que conheceram no café… o que se passa é que a sua paixão e a falsa amizade são as emoções do momento... a alguns é como o surgir na sua vida daquela alma  alma gémea do agora é que vai ser… vou ter um sucesso grandioso nesta parceria, isto é o casamento perfeito… ai que nunca nos tínhamos encontrado e aprece que já nos conhecemos de longe de outra vida… nada disso tão linear talvez isso seja tudo verdade se conheça de outra vida e sejamos afins em muitos aspectos… e então os outros que só se conhecem quando se come um kilo de sal com a pessoa, onde ficam esses… a fascinação é fácil quando se encontra o bem comum de uma teoria ou duma qualquer actividade mas somos todos humanos vimos de longe com nossas únicas mazelas e ninguém sente e pensa exactamente da mesma maneira daí que, mais tarde venha sempre o desencanto e se não tivermos tento na língua quando a fascinação acaba acabamos por ego-fascinadamente nos arrependermos e partirmos os telhados todos do vizinho com as pedradas de “aquele gajo afinal é um filho da mãe”, pois afinal a parte dele que não era visível ao nosso querer e, que nos enviesou ao perspectiva de ver, era de dum interesseiro vaidoso e egocentrista. .. afinal havia a outra parte do iceberg que não era visível… »

«Na minha proveta idade de quase 60 já não alimento expectativas…  Cada vez mais, tento ser consciente de mim mesmo, das minhas possibilidades e das dos outros e, cada vez mais, sou levado a  me conduzir pelo principio do prazer (às vezes desprazer) de viver com mais em bem-estar e satisfação, já que a felicidade não é deste mundo e ninguém é como se te apresente ou com o tua vês a pessoa…  todos usamos de máscaras as da personalidade e as do nosso pensamento embotado eplo muito querer ver o outro como bom e afim com a parte boa de nós que também lhe damos a conhecer… 

O melhor mesmo é não pre-julgar e não esperar nada… deixar a vida acontecer…
Dá para que eu conclua que não há alma gémea, há é falsa expectativa e prejulgamento»


(Guerreiro da Luz 
4 de Outubro,  Dia Mundial de Todos os Animais 
                        Dia de Eleições para a AR

terça-feira, 29 de setembro de 2015

ansiedade pode não ser doença...

Sentimentos de ansiedade normalmente antecedem períodos de humor disfórico. 

A angústia não pode assim, ser entendida como anormal e algo neurótica, ela mais não é do que apenas um sintoma normal a qualquer ser senciente. 
Sofrer, por vezes, de angústia e de alguma ansiedade é uma inerência do Self em constante desenvolvimento...

Um estado de felicidade implica, em cada um de nós, sermos menos deprimidos. 
Quanto menos humor depressivo
maior será a nossa aproximação à nossa verdadeira natureza e, maior percepção possuímos da nossa realidade e existência. (GL)

segunda-feira, 23 de março de 2015

A PACIÊNCIA


“(...) A paz deve constituir a meta do ser pensante que luta em contínuas tentativas de adquirir a plenitude.
A paz é tesouro que não pode ser afetado em circuns­tância alguma, que a leve a desaparecer. E a paciência é sua exteriorização, porque é o mecanismo não violento de que se utiliza, a fim de alcançar os objetivos a que se propõe.”
(Joanna de Ângelis /Divaldo P. Franco, livro, Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda – 4ª ed, p. 80 – editora – LEAL)


Sugestões do psicólogo Miguel Lucas para trazer mais paz para a sua mente:


1 - Escolha com cuidado como usa o seu tempo.Não rumine demasiado nos aspetos negativos. Aproveite uma parte do seu tempo para ficar quieto ou pelo menos fazer algo em que se sinta envolvido e emerso.

2 - Regule os seus pensamentos. São os nossos pensamentos que determinam o nosso estado de espírito. Você pode lembrar-se que é capaz de decidir quais os pensamentos a seguir e quais rejeitar.

Você não é uma vítima indefesa dos seus pensamentos.

3 - Simplifique a sua vida. há muitas coisas que podemos fazer sem somarmos responsabilidades desnecessárias à nossa vida. Fazer as tarefas mais importantes, uma de cada vez, e desfrutar da sua realização.

Para experimentar a paz interior, é essencial não congestionar a nossa vida com atividades e preocupações desnecessárias.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Afinal, o que é Cidadania?



Nunca se falou tanto sobre cidadania, em nossa sociedade, com nos últimos anos.  Mas afinal, o que é a cidadania?

Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, “cidadania é a qualidade ou estado do cidadão”, entende-se por cidadão “o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado, ou no desempenho de seus deveres para com este”.

No sentido etimológico da palavra, cidadão deriva da palavra civita, que em latim significa cidade, e que tem seu correlato grego na palavra politikos – aquele que habita na cidade.

No sentido ateniense do termo, cidadania é o direito da pessoa em participar das decisões nos destinos da Cidade através da Ekklesia (reunião dos chamados de dentro para fora) na Ágora (praça pública, onde se agonizava para deliberar sobre decisões de comum acordo). Dentro desta concepção surge a democracia grega, onde somente 10% da população determinava os destinos de toda a Cidade (eram excluídos os escravos, mulheres e artesãos). 

A mídia confunde muito entre o Direito do Cidadão e o Direito da Consumidor, por isso questiono o aspecto ideológico desta confusão intencional.

Vejamos neste quadro sintético uma percepção pessoal sobre como se processa a “evolução” do Ser Humano até o Ser Cidadão.
 
O Ser Humano
O Ser Indivíduo
O Ser Pessoa
O Ser Cidadão
A Dimensão do convívio social.
A dimensão do mercado de trabalho e Consumo.
A Dimensão de encontrar-se no mundo.
A dimensão de intervir na realidade.
O homem tornar-se Ser Humano nas relações de convívio social.
O Ser Humano tornar-se indivíduo quando descobre seu papel e função social.
O Indivíduo torna-se pessoa quanto toma consciência de si mesmo, do outro e do mundo.
A pessoa torna-se cidadão quando intervém na realidade em que vive.
Quem estuda o comportamento do Ser Humano? Seria a antropologia, a história, ou a sociologia?
Quem estuda o comportamento do indivíduo? Seria a Filosofia, a sociologia ou a Psicologia?
Quem estuda o comportamento da pessoa? Seria a Filosofia, a sociologia ou a Psicologia?
Quem estuda o comportamento do cidadão? Seria a Sociologia, a Filosofia ou As ciências políticas?
Quem garante os direitos do Ser Humano? A Declaração Universal do Direitos Humanos.
Quem garante os Direitos do Consumidor? O Código do Consumidor.
Quem garante os Direitos da pessoa? A própria pessoa (amor próprio ou auto-estima).
Quem garante os Direitos do cidadão? (A Constituição e suas leis regulamentares).
Existe realmente uma natureza humana? Teologicamente, afirmamos que existe a uma natureza humana.  Seguindo a corrente existencialista (J.P. Sartre) negamos tal natureza.
Que diferença existe entre o direito do consumidor e o direito do cidadão? Ao Consumidor deve ser dado o direito de propriedade enquanto ao cidadão deve ser dado o direito de acesso
O que significa tornar-se pessoa no nível psicológico e social? A pessoa é o indivíduo que toma consciência de si mesmo (“Tornar-se Pessoa” de Karl Roger)
Como podemos intervir na realidade, modificando as estruturas corruptas e injustas? Quando os direitos do cidadão lhe são oferecidos, e o mesmo passa a exercê-lo, há modificação de comportamento.


© Copyright 2001 - Prof. Vanderlei de Barros Rosas - Professor de Filosofia e Teologia. Bacharel e Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil; Pós-graduado em Missiologia pelo Centro Evangélico de Missões; Pós-graduado em educação religiosa pelo Instituto Batista de Educação religiosa.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

get SMART!

Cinco passos para uma meta
Uma meta, qualquer que seja ela, só pode ser assim conceituada quando traçada segundo cinco variáveis: especificidade, mensurabilidade, exequibilidade, relevância e temporalidade


“A fórmula da minha felicidade: um sim, um não, uma linha reta, um objetivo.” (Friedrich Nietzsche) 
Você decide ir ao cinema. Sai de casa e, quando percebe, imerso em seus pensamentos, está fazendo o caminho convencional para ir ao trabalho – que, por sinal, é diametralmente oposto. Depois de enfrentar um belo trânsito, acerta o passo e chega ao shopping. Vasculha os três pisos de estacionamento para obter uma vaga. Logo mais, encontra uma agradável fila para comprar os ingressos. Na boca do caixa descobre que a sessão está esgotada. A próxima, somente em duas horas e quinze minutos.
Impossível? Improvável? Com você não? Pense bem antes de responder. Se você ainda não passou pelo ciclo completo descrito acima, uma boa parte dele já lhe visitou em um final de semana destes. O mal é o mesmo que afeta a profissionais e empresas no mundo corporativo: a ausência de metas definidas.
Vamos partir de um pressuposto. Você sabe o que quer, para onde deseja ir. Se estiver em uma companhia que não lhe agrada, buscará outra. Se estiver disponível, sabe qual o perfil de vaga lhe interessa. Se estiver satisfeito em sua posição atual, almeja alcançar um cargo mais elevado. 
Uma meta, qualquer seja ela, só pode ser assim conceituada quando traçada segundo cinco variáveis. A primeira delas é a especificidade. Seu objetivo deve ser muito bem definido. Assim, é inútil declamar aos quatro cantos do mundo: “Quero trabalhar na multinacional ABC Ltda.”. Desculpe-me pela franqueza, mas acho que você não será contratado a menos que pense: “Vou trabalhar como gerente comercial, na divisão alfa, da companhia ABC Ltda., atuando na coordenação e desenvolvimento de equipes de vendas para a região sul”. Em outras palavras, quanto mais específica for a definição de seu propósito, mais direcionado estará seu caminho.
A segunda variável é a mensurabilidade. Sua meta deve ser quantificável, tornando-se objetiva, palpável. Em nosso exemplo anterior, você teria que definir, por exemplo, a faixa de remuneração desejada. Outra situação bem ilustrativa desta variável é a aquisição de bens materiais. “Pretendo comprar um carro”, é um desejo. “Vou comprar um veículo da marca XYZ, modelo beta, com motor 2.0, dotado dos seguintes opcionais (relacioná-los) e com valor estimado de R$ 30.000,00”, é uma quase-meta.
A próxima variável é a exequibilidade. Uma meta tem que ser alcançável, possível, viável. Voltando ao exemplo inicial, o objetivo de integrar o quadro da companhia ABC como gerente comercial não será alcançável se você tiver uma formação acadêmica deficiente, experiência profissional incompatível com o perfil do cargo e dificuldades de relacionamento interpessoal.
Chegamos à relevância. A meta tem que ser importante, significativa, desafiadora. Você decide como meta anual elevar a faturação do seu departamento em 5% acima da inflação. Entretanto, seu mercado está aquecido e este foi o índice definido – e atingido – nos últimos dois anos. Logo, é preciso ousadia e coragem para determinar um percentual superior a este, capaz de motivar a equipe em busca do resultado. Lembre-se de que o bom não é bom onde o ótimo é esperado.
Finalmente, o aspeto mais negligenciado: o tempo. Muitas metas são bem específicas, mensuráveis, possíveis e importantes, porém não definidas em um horizonte de tempo. Aquela oportunidade de negócio tem que ser concretizada até uma data limite. Determinada reunião deve ocorrer entre oito e nove horas. Certo filme no cinema sairá de cartaz na sexta-feira próxima.
Por isso, evite procrastinar, nome feio dado à mania de adiar compromissos. Este pode ser um golpe fatal em qualquer meta proposta.

 Artigo de Tom Coelho22 de setembro de 2013 na revista ADM 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A diferença



Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e caneta e assim escreveu:
- Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.


O sobrinho fez a seguinte pontuação ao texto:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

A irmã chegou em seguida. Desta forma ele resolveu pontuar assim o escrito:
- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

O alfaiate pediu a cópia do original. E puxando a brasa à sua sardinha colocou os pontos:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

Eis então que chegaram os descamisados da cidade. Um destes, muito sabido, fez esta interpretação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.

Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a  diferença.

(Autor desconhecido)


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O sonho comanda a vida!

Sonha muito? Bem-vindo/a ao clube!



Disseram-me, em jeito jocoso: “Tu sonhas muito!”

O que é sonhar muito? Acho que me queriam dizer que sonho demais.

Não pude deixar de me debruçar sobre estas palavras, que não foram proferidas por qualquer estranho que se cruzara comigo na rua. Foi alguém que conhece bem a minha essência.

As palavras deixadas num trailer do documentário Amin Brakk: As Aventuras de Um Escalador Português (Leopoldo Faria), sugerido por um amigo, tiveram similar impacto e, dando algum do meu tempo ao pensamento, perdi-o na mesma medida que o consumido pelo sonhar muito.

No caminho ocidental entre os sonhos e a realidade. Sempre me disseram que não devemos desistir dos nossos sonhos. São eles que nos movem, que nos dão força, que nos fazem sentir vivos. É tão difícil viver com o peso de algo que não fizemos mas sobretudo é difícil viver com o peso de não termos tentado. Viver com a incerteza do que poderia ter sido, e mesmo quando tentamos o nosso melhor, o resultado é tão incerto.

 O caminho que percorremos tem o tamanho da nossa vontade, do nosso desejo. As dúvidas moldam um pouco daquilo com que sonhamos, levantam questões para as quais não temos resposta. Os nossos sonhos são livre e nós, prisioneiros da nossa vontade. Não é possível ir mais além do que aquilo que estamos dispostos a ir. Não é possível dar mais, do que estamos dispostos a dar. O difícil é descobrir essa barreira, essa linha que nós próprios traçamos nas nossas conquistas.

Quando vencemos e alcançamos os nossos sonhos, percebemos como é efémero e insignificante o que alcançámos e a única coisa que nos conforta, é saber que continuaremos sempre a sonhar
Palavras de escalador mas que podiam ser de qualquer um que enfrenta os seus medos, que procura sair da sua zona de conforto e… que sonha!



Desta forma, assumo a minha preferência por incomodar-me, ao final do dia, com a dificuldade de colocar a vontade acima dos sonhos e não simplesmente com o fato de sonhar. Fixar palavras de quem me chama a atenção para o quão suscetíveis estamos a moldar os nossos sonhos, consoante as questões que levantamos; de quem me lembra do quão incerto é o resultado mesmo quando damos o melhor de nós mesmos.

Sonhar muito? Afinal, só quem sonha um dia mudar o mundo terá a possibilidade de o fazer. Isto é sonhar muito! Eu sonho muito, até demais, mas gosto disso!

Este artigo foi escrito por: Ruben Pimenta Julho 11, 2013 

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Será possível eu conseguir aquilo que desejo?

Como Conseguir Tudo o Que Deseja. A Sério!



Com certeza que gostaria de ser bem-sucedido em tudo o que faz, é claro. Desde a sua carreira, na sua vida pessoal, todos aqueles objetivos que vai traçando ao longo da vida e parecem não ter fim à vista.
Existem sete elementos chave, que operam tanto a nível profissional como pessoal, que o ajudam a conseguir tudo o que pretende. Na sua essência, deverá trabalhar para pôr os outros em primeiro e ser mais dado, acabando por conseguir tudo o que quer.
Aqui estão os sete elementos que o ajudarão a ser extremamente bem-sucedido na sua vida.

Oiça primeiro e nunca deixe de ouvir

Ouvir é a habilidade mais importante nas relações profissionais e pessoais. Ernest Hemingway disse, “Quando as pessoas falam, ouça completamente. A maioria das pessoas nunca ouve.” É triste, mas é verdade: a maioria das pessoas tem a sua própria agenda e cada uma delas está, geralmente, muito ocupada a conversar (ou à espera para falar) em vez de simplesmente ouvir.
Aqui existe um paradoxo: se você, ao contrário da maioria das pessoas, consegue ouvir com empatia, então as pessoas vão gostar de si – e, eventualmente, ajudarão a obter o que deseja.

Ajude os outros

Talvez outro paradoxo, mas funciona: quando quer alguma de alguém, em vez de o pedir, ajude essa pessoa a obter o que ele ou ela quer. Se não sabe o que ele ou ela quer, então pergunte: “Como posso ajudá-lo?
Um vez que muitas pessoas estão apenas concentradas em ajudarem-se a si mesmo, quando você procura ajudar os outros, de forma genuína, a ter sucesso e a atingir os seus objetivos e sonhos, vai acabar por se destacar. E aquelas pessoas que você ajudou de forma tão genuína irão acabar por lutar para o ajudarem a si a ser bem-sucedido, dando tudo o que precisar.
Ajude os outros primeiro, sem esperar nada em troca – e o retorno será enorme.

Seja você mesmo: Autêntico, Transparente e Vulnerável

Oprah Winfrey constatou: “Nunca tive ideia de que ser o meu autêntico eu poderia tornar-me tão rica como me tornei. Se eu soubesse, teria feito isso muito antes.” Profissionais, especialmente aqueles de uma geração mais velha, tendem a passar por alturas difíceis com a autenticidade e transparência no trabalho.
As pessoas, especialmente os homens, tendem a passar por tempos complicados por serem vulneráveis, especialmente com as pessoas que não conhecem bem. Muitos, também, não têm certeza do quanto revelar online, ou no trabalho, ou às pessoas que acabaram de conhecer. Mas, por mais que essas escolhas sejam difíceis, a autenticidade, transparência e vulnerabilidade respiram confiança. E quando as pessoas confiam em si, elas vão fazer qualquer coisa por si. Abra-se para as pessoas e será recompensado.

Diga, não venda

Tão importante como ouvir e ajudar os outros, com o objetivo de obter o que pretende, eventualmente terá de dizer às pessoas do que se trata. Mas ninguém quer ser vendido. Então, se está a tentar vender um produto, serviço ou ideia ou a si mesmo, desista de o fazer.
Em vez de vender, concentre-se em contar uma grande história – cativar o seu público, trazendo à vida o que o futuro reserva, e pintando um grande retrato do que vai acontecer se conseguir obter o que deseja. Quando ficar perito a contar histórias, as pessoas querem fazer parte delas – e querem ajudar os outros a fazer parte dessa história também.

Injete paixão em qualquer interação

A paixão é contagiante, tal como a falta de paixão. Se não é apaixonado pelo que está a falar, porque haveria alguém de se importar? Se quiser algo, deve ser a pessoa mais animada e dedicada da sala. Se não está verdadeiramente apaixonado, então é porque o objetivo não é importante para si.
É verdade que nem toda a gente transborda de energia e é extrovertido, embora essas qualidades possam ajudar a transmitir paixão. Paixão e energia garantiram-me o primeiro emprego no final da faculdade. Mas em última instância, não precisa de trepar paredes para convencer alguém de alguma coisa. Só precisa de revelar a sua verdadeira paixão, da forma mais verdadeira que você é.

Surpreenda e encante os outros

Sabe quando entra num casino e há sempre uma máquina a mostrar que alguém ganhou o jackpot? Isto é o que os psicólogos chamam de recompensas variáveis. Ninguém sabe quando irá ganhar – mas todos têm experiências bastante positiva ao sentirem-se excitados, mesmo quando não ganham nada.
Quando você surpreende e encanta os outros, não só o está a fazer felizes como também lhes está a lembrar que é o tipo de pessoa que os poderá surpreender novamente em breve. Alguns exemplos clássicos: trazer um ramo de flores para casa sem qualquer razão e da-lo à sua esposa; dizer a um cliente que a sua encomenda chegará para a próxima semana e ela é entregue no dia a seguir. Crie surpresas quando as pessoas menos esperam e obterá excelentes resultados.


Utilize as quatro palavras mais importantes dos negócios e da vida

Diga “lamento muito” quando comete um erro e “obrigado” tantas vezes quantas puder. Estas palavras são tão simples mas muitas vezes as pessoas ignoram a importância delas. Toda a gente comete erros e todos sabem disso. Não é quando comete um erro que isso se torna um problema, mas sim quando comete um erro e o orgulho não lhe permite confessar e pedir desculpas. Lembra-se da vulnerabilidade?
Basta dizer “desculpe” e deixar que a outra pessoa aceite as suas desculpas para que possa seguir em frente e, finalmente, obter o que deseja. Por outro lado, a gratidão sincera é uma emoção poderosa para transmitir às outras pessoas e pode abrir muitas portas.
Enviei, todas as manhãs, três cartas de agradecimento escritas à mão. Enviava-as à minha equipa, clientes, fornecedores, mídia e amigos, e não só acho que as pessoas adoravam recebê-las, como o fato de escrever “obrigado” melhorava imediatamente o meu dia. No entanto não se trata de escrever cartas. Trata-se de um apreço profundo e admiração para com as pessoas e o mundo em seu redor.

Autor: Hugo Sousa (2013, 26 de Junho)

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