quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

atingir objetivos, requer algumas atitudes positivas



Quando propomos realizar os nossos projectos e traçamos os nossos objectivos, quase sempre temos definido em nossa mente e planificados todos os passos e acções que nos irão levar a bom porto. Contudo, não temos todas as respostas de como fazê-lo.
Por isso à medida que prosseguimos o nosso percurso há algumas situações e atitudes que teremos de ter em conta, para que o nosso projecto seja bem-sucedido, eis algumas:

-    Não precisamos de saber tudo para iniciar, não precisamos de ter todas as respostas, a grande parte delas surgem a meio do percurso.

-    Colocar de lado proposta que atentem contra a nossa dignidade, consciência e valores pessoais.

-    Não ter medo de optar por diferentes soluções das idealizadas no projecto original.

-   Somos os atores das nossas vidas e também somos nós quem define o guião desse filme. É preciso agir e não se comportar como espectadora da nossa própria peça.

-    Quem eu quero nessa viagem, tem de ser bem claro. Se formos mal acompanhados poderemos entrar em caminhos sem retorno.

-    A taça da glória do nosso não vem de mão beijada nem cai do céu. Muitas vezes as dúvidas e a vontade de não prosseguir surgirão como mau tempo que precisaremos enfrentar. Nunca devemos perder de vista os propósitos que nos conduziram a esta jornada e neles termos as forças para prosseguir na hora da tempestade.

-    As críticas externas e negativas não nos devem nem podem deitar abaixo. Para não levarmos uma vida banal e corriqueira precisamos de fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum.

-    Ter pessoas de sucesso como inspiração. Admirar, copiar, inspirar-se, aprender com os próprios erros e, se for possível, abordar essas pessoas e questioná-las de como fizeram. Procurar uma aprendizagem constante com aqueles que passaram pela mesma jornada e não se detiveram no caminho.

-  Nada de lamentações melancólicas quando nos comparamos com o sucesso alheio. A inveja e autocomiseração e autopiedade são armadilhas onde não se pode cair. Caso a comparação se torne inevitável, ao menos que sirva para nos que seja para encorajar a pensarmos e dizermos a nós mesmos com convicção: eu também sou capaz.

-    Esta vida é demasiado curta para que nos tornemos escravizados pelo medo.

Todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. Uns se acovardam e acabam não saindo do próprio quintal. Outros encorajam-se por saberem que, ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viver na mediocridade, porque isso será uma certeza, como dois e dois serem quatro.

Então, deparamo-nos com a hipótese de que entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio destino há algo muito importante que é completamente pessoal.

Trata-se dessa compreensão e dessa nova percepção de que o risco deixa de constituir um problema, tornando-nos frágeis e, passa a ser encarado como uma possibilidade, tornando-se sim. em uma grande oportunidade de crescimento pessoal.

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