quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bem-estar pessoal, enquanto a compreensão da felicidade e dos aspectos mais positivos da experiência humana são segundo Seligman e outros autores, uma das maiores preocupações da Psicologia deste século. Podemos pois falar de uma psicologia positiva, preocupada com aspectos positivos ao contrário de uma psicologia baseada nas questões mais patológicas do ser.
Bem-estar é um constructo composto por diversas dimensões como o tempo dedicado ao trabalho e assim temos um bem-estar pessoal a que se poderá chamar não apenas de bem-estar subjectivo, mas bem-estar profissional ou laboral.

O bem-estar subjectivo conceptualiza-se em 3 dimensões: o afecto positivo, o afecto negativo e a satisfação com a vida (Diener e outros, 1999)
Podemos falar de bem-estar psicológico em que segundo Waterman ou Riff se contabiliza o funcionamento positivo geral do indivíduo. Para que o seu bem-estar psicológico seja considerado elevado, o indivíduo apresenta altos índices de auto-aceitação, relação positiva com os outros, autonomia, controle do ambiente, propósito na vida e crescimento pessoal.

Podemos falar ainda de bem-estar no trabalho, e é sobretudo sobre isso que o nosso trabalho incidirá. Van Horn e outros baseados no modelo de Riff sobre bem-estar concluíram que o afecto (emoções e humores), exaustão emocional, satisfação no trabalho, comprometimento organizacional, autonomia, aspirações profissionais, competência profissional, a qualidade nas relações sociais na organização e a ausência de queixas psicossomáticas são elementos base do BET.


Bem-estar no trabalho tem a ver com a prevalência de emoções positivas no trabalho e a percepção que o indivíduo faz no seu trabalho de que expressa e desenvolve as suas potenciais capacidades e avança no sentido de almejar as suas metas de vida. Temos assim aspectos afectivos (emoções e humores) e aspectos cognitivos (percepção de expressividade e realização)

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