A queixa, como ferrugem na engrenagem do psiquismo, é cruel verdugo de
quem a cultiva.
Permanecendo na infância
psicológica, aquele que de tudo se queixa tem a personalidade desestruturada, permanecendo
sob constantes bombardeios do pessimismo, do azedume e dos raios destruidores
da mente rebelde.
A queixa de que se faz portador é
reação mental e emocional patológica, refletindo-lhe a insegurança e a perturbação,
responsáveis pelas ocorrências negativas que procura ignorar ou escamotear.
Ocultando os conflitos
perturbadores, transfere para as demais pessoas as causas dos seus insucessos,
sem conseguir enuncia-las porque destituídas de lógica, passando as acusações
para os tempos nos quais vive, as autoridades governamentais, a má sorte, os
fados perversos, assim acalmando-se e tornando-se vítima, no que se compraz.
FRANCO, Divaldo Pereira (2000). O
ser consciente. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 8ª edição, LEAL Editora. Salvador, BA

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ResponderEliminarPatrocinator: Modesto Costa
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