sexta-feira, 13 de novembro de 2009

LIVRE-ARBÍTRIO E CARIDADE

Nunca será demasiado entretecer-se considerações sobre a caridade.
A caridade é sempre luz que abençoa aqueles que jornadeiam na aflição. Mesmo quando
não é vista, à semelhança dos raios solares, quando o Astro Rei está ausente, beneficia, penetrando as vidas e renovando-as.
Assim, a caridade, seja no seu aspecto material ou moral, reflete o amor de DEUS que alcança as almas, socorrendo-as.
Quando a caridade material não se faz necessária, jamais será secundária aquela de natureza moral, porquanto vital o ar, penetra e sustenta a vida.
 
São caridades morais:
    O Sorriso de afabilidade ao atormentado que perdeu a esperança;
    A palavra de estímulo quando todos os outros recursos ficaram baldos de resultados;
    O gesto de simpatia ante a circunstância aziaga e infeliz;
    A compreensão fraterna, face à ofensa e à maldade;
    A oração intercessória, em favor do adversário em sofrimento;
    O apoio emocional no momento áspero da desgraça.
    O perdão da ofensa e a dedicação ao tombado;
    A gentileza de um socorro espiritual...
 
Quem pode, por acaso, no transe da dor, dispensar qualquer uma destas concessões? Qual a pessoa que se sinta tão completa que dispense um amigo ou uma palavra de reconforto?
A caridade é luz que deve ser considerada como benção de DEUS nas estradas do mundo.
Praticá-la ou não é opção de cada indivíduo. Aquele que a utiliza, favorece o crescimento da luz que se esparze; quem se nega a realizá-la, faculta a ampliação da sombra que predomina.
O livre-arbítrio e a caridade constituem alavancas para o progresso do homem na direcção da sua meta final, que é a felicidade.
JESUS, todo amor por excelência, em instante algum deixou de esparzi-la, iluminando as vidas que, desde então, jamais perderam a directriz.
Caridade, portanto, hoje e sempre.
 
(Obra: No Rumo da Felicidade - Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis)
 
 
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O MESTRE indicou o combate constante contra o mal, contudo, aguarda a fraternidade legítima entre os homens por marco sublime do Reino Celeste.
 
 (Obra: Pão Nosso - Chico Xavier/Emmanuel)
 
Coisas do Espírito

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